Nesta quarta-feira (05/06) foi realizada nas dependências do
Colégio Estadual Presidente Vargas, a eleição do “Grêmio Estudantil". Todos os
alunos participaram do processo eleitoral, sendo eleita a CHAPA 01, composta
pelos seguintes alunos:
Presidente: Rafaela Caroline Matsen (1º D)
Vice Presidente: Gislaine Caldas (1º D)
Tesoureiro Geral: Maria Angélica Antunes da Rosa (1ºD)
1º Tesoureiro: Emilly Caroline Zarski (2º B)
1º Secretário: Robson dos Santos ( 1º D)
Secretário Geral: Tulio Augusto Diniz (1º D)
Diretor de Imprensa: Welington Cezar Zaleski (1ºD)
Diretor de Cultura: Sirineu Joaquim Banik Junior (9º A)
Diretor de Esportes:Felipe Marcondes (1º D)
Mas afinal, o que é um “Grêmio Estudantil”?
O grêmio é uma organização sem fins lucrativos que
representa o interesse dos estudantes e que tem fins cívicos, culturais,
educacionais, desportivos e sociais.
O grêmio é o órgão máximo de representação dos estudantes da escola. Atuando
nele, você defende seus direitos e interesses e aprende ética e cidadania na
prática.
A Secretaria de Estado da Educação entende que toda representação estudantil
deve ser estimulada, pois ela aponta um caminho para a democratização da
Escola. Por isso, o Grêmio nas Escolas públicas deve ser estimulado pelos
gestores da Escola, tendo em vista que ele é um apoio à Direção numa gestão
colegiada.
Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa
juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes
estabelecimentos de ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis,
que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento
educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates,
apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras
festividades.
As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os
primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios
contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de
grande parcela da nossa juventude.
O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a
juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e
impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou
passivamente essas imposições.
Em muitas Escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos,
mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar
importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. Com a
redemocratização brasileira, as entidades estudantis voltaram a ser livres,
legais, ganhando reconhecimento de seu importante papel na formação da nossa
juventude. Em 1985, por ato do Poder Legislativo, o funcionamento dos Grêmios
Estudantis ficou assegurado pela Lei n. 7.398, como entidades autônomas de
representação dos estudantes.
Fonte:
http://www.alunos.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=145
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